O fim do protagonismo humano no trabalho

Durante décadas, fizemos um esforço gigantesco para transformar seres humanos em máquinas. Criamos processos, estabelecemos rotinas, padronizamos comportamentos e ensinamos pessoas a executar tarefas repetitivas com o máximo de eficiência possível. Quanto mais previsível o profissional, mais produtivo ele parecia ser. Durante décadas, fizemos um esforço gigantesco para transformar seres humanos em máquinas. Criamos processos, estabelecemos rotinas, padronizamos comportamentos e ensinamos pessoas a executar tarefas repetitivas com o máximo de eficiência possível. Quanto mais previsível o profissional, mais produtivo ele parecia ser.
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