Cientistas já conseguiram usar inteligência artificial para escrever o código genético de vírus que não existiam na natureza – e fazê-los funcionar em laboratório. A promessa é acelerar tratamentos contra infecções difíceis, mas o sentimento que domina o debate é de alerta: a capacidade chegou primeiro; as regras e os freios, não.
Cientistas já conseguiram usar inteligência artificial para escrever o código genético de vírus que não existiam na natureza – e fazê-los funcionar em laboratório. A promessa é acelerar tratamentos contra infecções difíceis, mas o sentimento que domina o debate é de alerta: a capacidade chegou primeiro; as regras e os freios, não.
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