O ano é 2023 e ainda tem gente que é infectada por falhas em sistemas que foram descobertas há mais de dez anos. Segundo o levantamento da empresa de segurança digital Eset, as cinco vulnerabilidades mais exploradas por cibercriminosos no Brasil são de problemas que já foram corrigidos há muito tempo, mas que continuam sendo usadas por cibercriminosos.
O ano é 2023 e ainda tem gente que é infectada por falhas em sistemas que foram descobertas há mais de dez anos. Segundo o levantamento da empresa de segurança digital Eset, as cinco vulnerabilidades mais exploradas por cibercriminosos no Brasil são de problemas que já foram corrigidos há muito tempo, mas que continuam sendo usadas por cibercriminosos.
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