Após gestar meninos, cérebro das mulheres pode ‘alojar’ DNA masculino

Os cérebros de grávidas que esperam meninos podem apresentar DNA masculino até o fim da vida. Já é conhecido que as células e o DNA trocado entre as mães e os fetos na gravidez podem persistir no sangue e nos ossos das mulheres após o nascimento do bebê – condição chamada de microquimerismo fetal. Os cérebros de grávidas que esperam meninos podem apresentar DNA masculino até o fim da vida. Já é conhecido que as células e o DNA trocado entre as mães e os fetos na gravidez podem persistir no sangue e nos ossos das mulheres após o nascimento do bebê – condição chamada de microquimerismo fetal.
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Chatbot ‘alfabetizado’ no Brasil supera ChatGPT, mas perde em matemática

O ChatGPT, da OpenAI, popularizou a IA (inteligência artificial) generativa em todo o mundo em novembro de 2022. Enquanto a plataforma ganhava os holofotes, pesquisadores da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) trabalhavam para criar o primeiro “ChatGPT brasileiro”, com um detalhe que fez toda a diferença: o idioma. O ChatGPT, da OpenAI, popularizou a IA (inteligência artificial) generativa em todo o mundo em novembro de 2022. Enquanto a plataforma ganhava os holofotes, pesquisadores da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) trabalhavam para criar o primeiro “ChatGPT brasileiro”, com um detalhe que fez toda a diferença: o idioma.
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