Mark Zuckerberg, CEO da Meta, rejeitou ontem (15) os apelos para suspender ou desacelerar o desenvolvimento da inteligência artificial (IA), por considerar que os mecanismos de mercado e o risco de ações judiciais constituem as melhores salvaguardas diante desta tecnologia.
Mark Zuckerberg, CEO da Meta, rejeitou ontem (15) os apelos para suspender ou desacelerar o desenvolvimento da inteligência artificial (IA), por considerar que os mecanismos de mercado e o risco de ações judiciais constituem as melhores salvaguardas diante desta tecnologia.
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