Mark Zuckerberg, CEO da Meta, defendeu que a “superinteligência pessoal” precisa ser distribuída amplamente e disse ver a concentração de poder como o principal risco da IA. O executivo publicou hoje cedo uma carta aberta sobre o tema.
Mark Zuckerberg, CEO da Meta, defendeu que a “superinteligência pessoal” precisa ser distribuída amplamente e disse ver a concentração de poder como o principal risco da IA. O executivo publicou hoje cedo uma carta aberta sobre o tema.
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